E se a questão não for apenas punir quem pratica a corrupção, mas reconhecer e assegurar, como um direito de cada cidadão, que o Estado atue com probidade, transparência e responsabilidade?
Superando a ótica puramente repressiva, este livro analisa a integridade pública como um direito fundamental e busca, na jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos, os parâmetros que a sustentam, a partir da análise sistemática de 31 decisões proferidas entre 2020 e 2024.
Inspirada na Agenda 2030, a obra mostra como a integridade emerge como um dever-direito de probidade, transparência e accountability, indispensável para proteger direitos humanos e fortalecer a democracia.
Uma contribuição para a construção de uma sociedade mais livre, justa, fraterna e íntegra.
